quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Praga, República Checa - 2016

A ida a Praga foi algo marcado por impulso. Iria à Polónia pela segunda vez e não queria estar a visitar tudo de novo, portanto decidimos apanhar um autocarro e ir até Praga. Demorámos 4h a chegar até ao destino e a viagem (ida e volta) ficou à volta de 24€. 
Alugámos um apartamento pela Airbnb que custou também à volta de 24€ por três noites. Nada mau!!

Chegámos já eram 21h. Escolhemos um apartamento perto da estação de autocarros porque já iríamos chegar de noite e nesse dia não visitámos nada.
No dia seguinte, acordámos fresquinhas e fomos até ao centro. Não demorámos mais que 15 minutos a pé. 
 
Praga tem uma história forte e umas lendas que merecem ser conhecidas, como a do relógio astronómico - que dá horas em 3 registos diferentes, mostra os signos, os santos, as colheitas e a altura do dia ou a maneira como eles faziam revoluções - atirando pessoas pelas janelas.
Praga é uma cidade pequena e charmosa, 3 dias são suficientes para visitar e faz-se toda a pé! 

No 1º dia de visita, escolhemos ficar do lado de cá do rio. Aproveitámos uma daquelas Free Tour para perceber um bocado mais da história da cidade. Normalmente faço o meu trabalho de casa antes de ir viajar (tanto de história, como de sítios a visitar e gastronomia) mas Praga foi excepção à regra, portanto a Free Tour pareceu-nos uma boa aposta. Durou 3h, em espanhol, tivemos uma boa dose de contextualização história mas só andámos pelas ruas, não visitámos grandes sítios 'turísticos', excepto o passeio pelo Bairro Judeu. Durante a visita, o nosso guia Javier contou-nos tudo acerca do relógio astronómico, único no mundo, o relógio mais completo de sempre que tem uma história engraçada. Para além de ser um relógio único no mundo, dá horas em 3 registos diferentes, mostra signos, santos, posição do sol e mais umas quantas coisas. 
Neste edifício, no 4º andar, foram atiradas 27 pessoas da janela - sim, eles tinham a mania de fazer isso, antigamente. Na frente do edifício estão 27 cruzes brancas marcadas no chão, onde colocaram as 27 cabeças (devidamente decapitadas) dos senhores atirados da janela. 
Curiosidade acerca do Bairro Judeu: Hitler, quando as tropas nazis invadiram a cidade, deu ordem para que nada fosse derrubado, pois Praga era uma cidade adorava por ele. Mesmo o Bairro Judeu, ele deu ordens para que nada fosse destruído: Hitler queria fazer do Bairro Judeu o ''Museu da Raça Extinta''.

 
Fomos à ponte D. Carlos ao final de tarde, mas a quantidade de pessoas que circulam naquela ponte a toda à hora tira um bocado o encanto e charme que ela tem. 
No 2º dia decidimos aproveitar mais um bocadinho da ponte e ir ao outro lado do rio e ir até ao Castelo de Praga, que na verdade é mais uma catedral gótica LINDA e MUITO bem conservada.



A nível de preços, Praga é uma cidade turística, não é tão barata como pensei (não tao barata como a Polónia, por exemplo) mas também não gastámos muito dinheiro.
Fizemos uma refeição no restaurante comunista da onde experimentámos a gastronomia local e gastámos, com sobremesa, 6€50 cada uma!

Notas finais: Nunca foi uma cidade que me chamasse muito à atenção, mas Praga foi uma boa surpresa. não visitámos tudo o que eu gostava de ter visto, mas como não ia com nada organizado. É uma cidade bonita, segura e muito agradável!

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